O Comboio volta a andar...
Vou tentar ser mais assíduo, arranjar mais tempo pra andar por estes lados.
Não vou dizer a ninguém que vou voltar a andar neste comboio, mas espero que a viagem seja acompanhada por mais alguém que não eu.
Este é o meu Comboio, entrem vão gostar da viagem..............
Vou tentar ser mais assíduo, arranjar mais tempo pra andar por estes lados.
Não vou dizer a ninguém que vou voltar a andar neste comboio, mas espero que a viagem seja acompanhada por mais alguém que não eu.
Postado por Railwayman em 14:18 0 comentários
Estou de volta ... não sei por quanto tempo, mas o que interessa é que estou de volta.
Pra semana trarei novos post's ao Comboio...
Postado por Railwayman em 16:05 2 comentários
É ser cada dia um pouco mais de nós mesmos.
É dar sempre sem cobrar, mesmo que inconscientemente.
É exigir dos outros, somente o que nós conseguimos dar.
É aprender a ser feliz de dentro para fora.
É sentir a vida na natureza.
É conseguir manter a calma em momentos de caos (prova que ainda tenho muito que crescer…).
É termos sempre uma motivação para lutar e uma razão para seguirmos em frente.
É saber a hora exacta de parar e partir para algo novo.
É não esquecer o passado, mas trabalhar em cima dele para o futuro.
É reconhecer os nossos erros.
É sermos responsáveis por todos os nossos actos e assumir as suas consequências.
É reconhecer a diferença entre liberdade e libertinagem.
É sabermos que nada nem ninguém é totalmente bom ou mau.
É assumirmos que nunca seremos grandes, mas que o importante é estarmos constantemente em crescimento.
É entender que temos espaço de uma vida inteira para crescer.
É preciso que tudo mude para que tudo se mantenha.
Postado por Railwayman em 12:19 2 comentários
O Comboio não está parado…está em stand-by devido a restrições ao nível de acesso à net.
Darei notícias sempre que for possível…
RJP
Postado por Railwayman em 18:07 0 comentários
Postado por Railwayman em 15:06 0 comentários Marcadores: Livros
A Capa mostra muito pouco, muitas vezes quase nada, o “corpo” é o desenrolar duma vida que vemos e saboreamos com prazer, sem a certeza que o final dará a resposta que queremos ou gostaríamos de ter, são sempre misteriosas as primeiras e sempre nostálgicas as últimas páginas.
Naquele momento em que o peso da última página se deslocou da mão direita para a esquerda, que mentalmente já vislumbro o final, receando o esfumar da ilusão... fico com o sabor doce do prazer, mas com a ansiedade que o próximo não me encante.
Devagar tento descobrir novas personagens, novos encantos que façam sentir o fascínio duma nova aventura, diferente, mas sempre cheio de expectativas…
Mas quando o livro não termina com o final do último capítulo, prolongando-se para lá do “The End”, ultrapassando a barreira física da folha final, quando a estória não termina, nem mesmo no livro seguinte, que injustamente é comparado ao anterior.
Espero nestas férias voltar a ler e a gostar, tanto quanto gostei do ultimo…
Postado por Railwayman em 15:12 1 comentários Marcadores: Livros
Postado por Railwayman em 09:40 2 comentários
Postado por Railwayman em 14:57 1 comentários
Miguel Sousa Tavares encetou uma luta contra quem quer libertar os espaços públicos de fumo, devido à sua exposição televisiva, aliada ao facto de ser um proeminente pensador e “'opinion maker”, será que lhe é permitido comparar a presença de uma criança num restaurante com um cigarro? Só num País muito estranhamente mal formado se permite a alguém, independentemente da sua formação, sugerir a interdição de crianças em restaurantes como medida de retaliação ao embargo dos fumadores aos espaços públicos, como aconteceu recentemente no jornal da noite da TVI.
Diz o M.S.T. que a nova lei do tabaco nos vai transformar em delatores, claro que denunciar quem não se sabe comportar em sociedade é algo quase impossível, seria como dizer a alguém que não pode cuspir pró chão, ou que tem que deitar o lixo nos contentores… a última vez que almocei num restaurante, na mesa ao lado estavam duas mulheres que todo o tempo que estiveram a almoçar não pararam de fumar, garanto-vos que me incomodaram mesmo muito, sendo que uma delas estava “bastante” grávida. Apesar de alguns se terem queixado, elas quase como provocação continuaram a fumar.
Aqui está um caso que se deveria denunciar, quando o proprietário do restaurante nada fez, mas neste caso que mereceria mais a multa?
Eu não sou viciado em nenhuma substância, controlo o meu comportamento social de modo a permitir aos outros terem a liberdade que eu tanto aprecio, mas tenho direito à vida e a manter e preservar os meus pulmões!!!
Postado por Railwayman em 11:20 2 comentários

Postado por Railwayman em 15:18 1 comentários
Postado por Railwayman em 11:21 2 comentários
Um Livro é como uma viagem, o Início é marcado pela ânsia de começar, pela descoberta que temos pela frente, o Final é nostálgico e triste por terminar algo que tanto nos marca…
Gonçalo Cadilhe reúne em “A Lua Pode Esperar” as suas viagens, faz-nos invejar um estilo de vida que ele detém…
Gonçalo Cadilhe é Natural da Figueira da Foz, precisou de sete meses a picar o ponto para perceber que a vida que ele queria não era a que tinha, tudo o que lhe interessava encontrava-se fora dos limites do seu gabinete. Despediu-se do emprego, da família e do País e começou a viajar e a escrever.
Iniciou a actividade de jornalista na Grande Reportagem, colaborando actualmente com o Expresso.
Ao longo de uma carreira cheia de “postais” dos sítios mais recônditos, para sua grande felicidade, ele continua a guiar a sua actividade literária pelo princípio sagrado de escrever para sobreviver. É autor de Planisfério Pessoal, editado em 2005 pela Oficina do Livro.
Para lá das experiências e das viagens, as paisagens, as pessoas, as tradições, a história dos povos ou das civilizações, os episódios curiosos, o dia-a-dia, ele relata também a sua própria visão do mundo. «Para escrever este livro precisei de percorrer durante quinze anos centenas de milhares de quilómetros. Nunca saberei exactamente quantos. Andei a escrever o livro aos pedacinhos, ao longo de todos estes anos e estes quilómetros, pelos mais diversos sítios do planeta».
Nestes excertos de viagens, o autor aborda temas habituais: aventuras e contratempos, encontros e reencontros, subdesenvolvimento e choque cultural, solidariedade e fé num mundo melhor. Pela Patagónia abaixo, pela Indonésia acima, pelas ilhas do Pacífico e do Índico, pelos mares da Tasmânia ou das Caraíbas, pelas cidades dos Andes, da Europa e de África, ficamos com o olhar toldado pelo maravilhoso relato deste viajante que percorre a Terra com a certeza que a Lua pode esperar. "Só te falta ir à Lua", dizem-lhe. "Á Lua para quê?" responde "Tudo o que me interessa está aqui, na terra".
Este livro é um convite à viagem, ao sonho e à descoberta, fica-se com uma vontade de partir para o desconhecido, de deixar tudo e todos...falta Coragem…
Postado por Railwayman em 10:55 1 comentários Marcadores: Livros
Postado por Railwayman em 07:47 0 comentários
Postado por Railwayman em 16:15 2 comentários Marcadores: Livros
Postado por Railwayman em 16:10 2 comentários
ECONOMIA
ISTO TEM MESMO PINTA DE TER SIDO FEITO PELOS SACANAS DESSES ANTICRISTOS DOS ESQUERDISTAS QUE (DES)GOVERNAM O NOSSO PAÍS…ESSE COMUNAS DE MER*#$&...
Créditos à habitação podem ser amortizados sem encargos.Clientes apenas têm de pagar uma comissão máxima fixada por lei.
Não há direito… prejudica-se assim os senhores dos bancos? Tadinhos, que lutam com tantas dificuldades… e agora mais isto? Assim a sangue frio… acham bem?
Isto há cada uma….
Postado por Railwayman em 16:17 2 comentários
Postado por Railwayman em 15:03 2 comentários
Postado por Railwayman em 15:17 2 comentários
O próximo post vai ser da autoria da Tinica Maquinista, ou seja, pela primeira vez neste blog, temos a participação de um convidado…já que não consigo que todos os meus Amigos criem um blog, obrigo-os a participar no meu, ou seja eu não tenho responsabilidade nenhuma pelas palavras que se seguem…
Dêem a vossa opinião sobre esta colaboração e claro, quem quer ser o próximo???
Postado por Railwayman em 15:15 1 comentários