A Viagem...

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segunda-feira, novembro 20, 2006

Borat Sagdiyev

Mais tarde ou mais cedo tinha de acontecer, Sacha Baron Cohen, actor britânico que dá vida ao polémico jornalista do Cazaquistão, Borat Sagdiyev, foi agredido numa rua de Nova Iorque.
Não fosse a rápida intervenção do actor Hugh Laurie (que desempenha o papel de Dr. House) e Borat poderia ter saído do incidente muito maltratado. in

O episódio aconteceu quando os dois actores britânicos decidiram ir beber uns copos a um bar depois de terem marcado presença no programa televisivo Saturday Night Live…“Adorei as suas roupas. São bonitas! Posso comprá-las? Quero fazer sexo com elas”, terá dito Borat, o indivíduo não achou graça nenhuma à abordagem e vai daí, presenteou o comediante com um murro. Foi então que Hugh Laurie interveio, o Dr. House meteu-se ‘ao barulho’ e lá conseguiu travar os ímpetos do agressor separando os dois homens.


Um incidente deste estava destinado a acontecer, o senhor Borat insulta, não só os Cazaques, como qualquer ser minimamente inteligente, ninguém consegue ficar indiferente ao seu humor, quem gosta, gosta mesmo muito, mas quem não gosta sente-se invadido por uma raiva que pode descambar em algo de irracional.

PARA QUEM NÃO CONHECE :Sacha Baron Cohen é o verdadeiro nome de Borat, Um britânico nascido em 1971 no seio de uma família judaica e formado em História pela Universidade de Cambridge. Cohen saltou para as luzes da ribalta em 1998, depois de ter criado o seu primeiro alter-ego: o gangster e ‘rapper’ Ali G, que até teve direito a um programa com o seu nome – ‘Da Ali G Show’ – onde se entretinha a fazer entrevistas completamente disparatadas a convidados ilustres, mais tarde e depois do programa começar a fazer grande sucesso, Cohen inventou Borat, suposto jornalista cazaque, mal-educado e irreverente, que fazia entrevistas de rua, para o Da Ali G show.



Embora goste do tipo de humor que o actor Britânico faz, admito que possa ser ofensivo, desagradável e desrespeitoso para com o Cazaquistão… Imaginem se ele se lembra de gozar com os Tugas… mas será que os Brasileiros não o fazem já há muito tempo???????

quinta-feira, novembro 16, 2006

FEITO EM PORTUGAL E........PREMIADO

Este Anúncio foi premiado internacionalmente…e tem a particularidade de ter sido feito em Portugal.

Vejam é simplesmente fabuloso.


Contudo, nunca o vi…Porque será??????????

segunda-feira, novembro 13, 2006

«O Perfume - História de Um Assassino»


Em 1985 o alemão Patrick Suskind apresentou ao mundo “Das Parfum” ...“O Perfume”, é um thriller que relata a bizarra vida de Grenouille, um homem que nasceu diferente, viveu diferente e morreu diferente, dotado de um olfacto extraordinário, obcecado com a recolha de todos os cheiros do mundo, ele vive numa dimensão quase alternativa onde aprecia cheiros que o comum dos mortais sequer consegue reconhecer como tal, mais inquietante ainda, é o facto de ele próprio ser desprovido de odor corporal, o que leva a sociedade a encará-lo com um misto de indiferença e horror. Esta atmosfera irreal, e quase sobrenatural, acaba por ser o pretexto que o autor utiliza, a fim de explorar as paixões básicas que movem a humanidade: o erotismo, o poder, a necessidade de afirmação e a procura de identidade, retratada aqui na busca do perfume ideal. Embora esta seja a história de um assassino, como próprio nome o indica, os crimes acabam por diluir-se na globalidade do livro, como que desculpabilizados pela pureza das intenções destituídas de qualquer tipo de moralidade. A frieza e a impetuosidade tornam-se mesmo assustadoras, quando comparado com a vida das outras personagens que cruzam esta história. A simplicidade com que Grenouille encara a vida é desarmante, e embora saibamos que se trata de uma aberração da natureza.

O livro leva-nos a questionar o conceito de vida, o porquê de viver com o que somos. Enquanto os outros se entretêm em existências superficiais, procurando apenas garantias materiais e sociais, Grenouille quer saber quem é e principalmente porque é que é como é. Mesmo a adoração social não lhe serve, quando chega à conclusão de que nunca poderá descobrir a sua verdadeira essência. É a procura infrutífera da razão da existência que é debatida, pondo a nu todas as perguntas que ficam sempre por responder. É por este motivo que o fim deixa um travo amargo, já que não se retiram conclusões e só a dúvida fica no ar.

O Perfume é, sem dúvida, um livro estranho, deve ser consumido de mente aberta, deixando de lado preconceitos e juízos de valor, porque só assim se poderá apreender a beleza de cariz mórbido que se desprende das páginas e a crítica subjacente: quanto somos frágeis e dependentes do animal, que no fundo todos temos em nós.

Em poucos anos, este thriller tornou-se num dos best-seller dos mais lidos no planeta, livro que ou já se leu, ou que já se ofereceu a alguém. A transposição para cinema deve ter sido a ideia imediata, ao seu sucesso, mas o autor recusou sempre a venda dos direitos. Quase vinte anos depois, um produtor alemão seu Amigo de infância consegue, depois de longas negociações, atingir uma plataforma que Suskind aceita como viável. Assim se ergue finalmente o projecto com maior orçamento na história do cinema Alemão.

Suspeito que este filme dificilmente conseguirá convencer os fans, o livro é demasiado intenso, quem lê fica completamente agarrado à história, será que conseguem transpor essa intensidade para o cinema????

Espero ver para comentar…entretanto vejam e digam qualquer coisa....

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

The "Da’Vinci Code" Movie




O FILME, tem estreia em Portugal marcada para o dia 18 de Maio de 2006.

Devorei o livro. Li-o duma ponta a outra com sofreguidão de um viciado em plena dependência.

Vivi a Trama com muita intensidade e criei imagens das personagens que são demasiada minhas, para que o realizador consiga colar o filme ao “meu” livro. Adorei todas as passagens pelos países referidos no livro. Criei um Robert Langdon que nada tem a ver com o Tom Hanks, criei uma Sophie Neveu que nada se parece com Audrey Tautou, estou muito colado à imagem da Amélie Poulain, muito querida, demasiado querida, nada parecida com a fantástica Sophie que... ...não vou falar do livro.

Lembro as descrições do Museu do Louvre, como algo de tão real, quase sinto que já lá estive. Lembro a vontade que me deu de voltar a Paris, só para reviver todas as cenas que li, só para me ver dentro daquela trama.

A maioria das vezes que um livro é adaptado ao cinema, gosto sempre mais do livro que do filme, mas espero dizer o contrario, espero que o Da’Vinci, me faça lembrar o Senhor do Anéis, A Casa dos Espíritos, Como Àgua para chocolate, Chocolate...Filmes que vi depois de ler os livros e que adorei, tanto os livros como os filmes.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

O FILME DA SEMANA


“Diários de uma motocicleta”

Para quem não sabe, foi o filme que retratou Che Guevara (Gael García Bernal), como um jovem estudante de Medicina que, em 1952, decide viajar por toda a América do Sul com um amigo de infância (Alberto Granado). A viagem é realizada de moto, que acaba por avariar após 8 meses de viágem. Eles então passam a seguir de boleia e caminhando, sempre conhecendo novos lugares e novas populações, tomando consciência das dificuldades desses lugares. Porém eles param numa colónia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso económico do mundo, encaram a vida com outros olhos, vêem como pessoas que tanto sofrem conseguem sobreviver com tão pouco.

Realizado por Walter Sales é um filme a ver, ou rever se for esse o caso.

terça-feira, janeiro 31, 2006


Esta é a imagem que melhor ilustra o filme ODETE....

Grande Felix este é mesmo dedicado a TI....

segunda-feira, janeiro 30, 2006

Da Soraia à Ana Cristina Oliveira, venha o Padre e escolha

Este é o primeiro post sobre cinema, e é dedicado a um Amigo, que apesar de ser recente, parece bastante antigo, O Grande Félix.

Este meu Amigo foi ver o filme Português “Odete” e NÃO GOSTOU …bom eu não estou a fazer julgamentos, pelas palavras dos outros, mas por aquilo que já li e vi, que foi somente o trailer, não é um filme que me agrade mesmo nada, mas também o “Crime do Padre Amaro”, esse sim já vi, não me fascinou, gostei bastante mais da versão mexicana.